Rede social de imagens permite agora que qualquer utilizador
identifique amigos nas fotografias. Funcionalidade é praticamente
copiada do Facebook.
O Facebook acaba de disponibilizar as tags de amigos no Instagram. A
funcionalidade é em tudo idêntica à do próprio Facebook, ou seja,
tiramos uma fotografia, publicamos no Instagram, e depois identificamos
amigos que estejam nela.
A novidade acaba por dividir os utilizadores. Por um lado isto vem
trazer mais interação à rede, por outro pode transformar um Instagram em
mais uma plataforma ‘chatinha’, ou seja, somos identificados sem
qualquer pedido de permissão e acabamos eventualmente por aparecer onde
não pedimos para estar.
Quando você realiza uma busca o Google pode trazer como resposta até 20 resultados em uma única página. 10 deles são orgânicos e o restante são links patrocinados (dependendo das palavras-chave, do horário da pesquisa e da competição pelo termo, os resultados apresentados como anúncios podem ser inferiores a 10). Assim, estes 20 resultados que aparecem em uma página, chamando ou não a sua atenção, são visualizados.
Cliques
O clique é o redirecionamento para a página do resultado orgânico ou do anúncio (link patrocinado, no caso do Google). É através dele que você consegue identificar se a sua posição na página, o seu título de chamada e a sua descrição estão sendo eficientes ou não.
O que é mais importante? Impressões ou cliques?
O mais importante, neste caso, não é a quantidade de visualizações ou cliques, mas sim a conversão. A conversão pode ser identificada pela solicitação de um orçamento, contato, cadastro, download ou compra. E, é para ela que um site deve ser planejado.
O seu número de visualizações de página sempre será superior ao de cliques, e a quantidade de cliques sempre será superior ao de conversões. Não temos exemplos de cases diferentes dessa ordem.
É natural que um internauta não abra todas as páginas de resultado para fazer uma comparação e solicitar um orçamento. Todavia, já que você conseguiu atrair o visitante para a sua página é importante que ele realize uma ação para potencializar uma nova oportunidade para o seu negócio.
Com conselhos que ajudam a tocar uma empresa e depoimentos de 51 realizadores, obra estimula o sonho do negócio próprio
Como determinados empresários conseguem ter sucesso num país de cenários
tão mutantes como o brasileiro? É para responder a essa pergunta -- e
principalmente para estimular aqueles que acalentam o sonho de abrir um
negócio próprio -- que o Instituto Empreender Endeavor, uma organização
voltada para o estímulo do empreendedorismo, lançará em 1o de setembro o
livro Como Fazer uma Empresa Dar Certo em um País Incerto (Elsevier
Editora, 411 págs.). A obra traz depoimentos de 51 empresários
brasileiros -- gente de peso, como Jorge Gerdau, Marcel Telles e Abilio
Diniz --, acompanhados de conselhos sobre as diversas fases da evolução
de um empreendimento. O livro do Endeavor é uma contribuição valiosa
para o registro da história empresarial brasileira. Lá estão, por
exemplo, os depoimentos de Luiz Seabra, Pedro Passos e Guilherme Leal,
que narram a trajetória dos 35 anos da Natura. Juntos, eles construíram
uma companhia baseada em valores arraigados -- a cosmética como veículo
de elevação da auto-estima e a venda direta como um meio de fazer
negócios e, ao mesmo tempo, estreitar as relações pessoais -- e fizeram
da Natura um exemplo de empresa que aposta na gestão com transparência e
no aprimoramento da governança corporativa.
A ousadia característica dos empreendedores brota dos relatos. Jorge
Paulo Lemann, Carlos Alberto Sicupira e Marcelo Telles, sócios no
passado do Banco Garantia, rememoram suas aquisições lendárias, como
Lojas Americanas e Brahma. Sicupira, que também preside o Endeavor no
Brasil, detalha um episódio de 1980, ano em que o Garantia assumiu a
Lojas Americanas. Em busca de inspiração para tocar uma empresa de
varejo, ele escreveu uma carta para cada um dos presidentes das dez
melhores companhias varejistas do mundo. Recebeu um telefonema de Sam
Walton, fundador do Wal-Mart, que o convidou para conversar em sua casa
no Arkansas. Acabaram ficando amigos. Lemann, tido como introdutor no
Brasil do sistema de responsabilidades societárias (partnerships, em
inglês), recorda dois conselhos inesquecíveis recebidos em suas viagens.
Ser bem-sucedido como empresário é ser amado pelos consumidores e pelos
funcionários, disse-lhe Konosuke Matsushita, fundador da Panasonic. Ser
muito rico é ter a agenda livre para fazer as coisas essenciais de que
se gosta com as pessoas de quem se gosta, segredou-lhe o megainvestidor
Warren Buffett. Telles, que por meio do partnership hoje tem 250 sócios
na Ambev, é categórico sobre as vantagens do sistema: "No lugar de
perder essas pessoas, que poderiam abrir um negócio na esquina, você dá
participação a elas".
A entrega de ações aos funcionários em troca do alcance de determinadas
metas foi implementada com êxito também por Laércio Cosentino, da
Microsiga. De 1998 a 2002, a empresa de software cresceu 382% em
faturamento e os funcionários ficaram com 4% das ações ordinárias.
Entretanto, ao perceber que apenas essa recompensa não elevava o
comprometimento do pessoal, a Microsiga passou a investir no
desenvolvimento de novos talentos.
A alta taxa de mortalidade de novas empresas no Brasil costuma deixar
potenciais empreendedores inseguros na hora de iniciar um negócio.
Quando o candidato a empresário é executivo de uma grande companhia e
está considerando mudar de vida, a decisão costuma ser ainda mais
difícil. O paulistano Alexander Mandic trabalhava na subsidiária
brasileira da Siemens quando se interessou pela tecnologia de bulletin
board systems (BBS), precursora da internet. Entusiasmado, abriu uma
empresa de BBS -- mas continuou como executivo da multinacional alemã
por mais três anos. "Quando alguém abre uma empresa, precisa ter em
mente que vai ter muita dor de cabeça", diz Mandic. "Quem tem cliente
tem saudade de patrão."
Única representante feminina no rol dos entrevistados do Endeavor, o
caso de Cristiana Arcangeli, uma dentista que trocou seu consultório
para aventurar-se no negócio dos cosméticos, demonstra como a
criatividade genuína pode compensar a falta de capital. Sua Phytoervas,
uma desconhecida marca na segunda metade dos anos 80, projetou-se logo
no início da década seguinte com um evento de moda que marcou época, o
Phytoervas Fashion. A exemplo do que sucedera com grifes como Christian
Dior, Gaultier e Armani, Cristiana acreditava que a consolidação da moda
brasileira era essencial à indústria de cosméticos. Estava certa pela
razão errada: o nome de seus cosméticos ficou indelevelmente ligado não
propriamente a um estilista, mas ao evento.
O livro não se limita apenas aos aspectos estimulantes de um
empreendimento -- como a inovação, o crescimento e o lucro. Trata também
da dificílima tarefa de aprender com os erros. Uma das histórias é
narrada por outros dois sócios do Garantia, Cláudio Haddad e Paulo
Guedes. Depois da venda do banco, em 1998, os dois compraram o Ibmec.
Haddad e seus ex-sócios também investiram no Instituto Brasileiro de
Tecnologia Avançada. No IBTA, Haddad achou que poderia oferecer cursos a
distância voltados para a formação de tecnólogos e para o mercado
empresarial. Não deu certo. "Convencido pelo boom da internet, perdi
muito dinheiro", diz. O principal erro foi acreditar em algo que não
havia sido testado, sem estudar a fundo o mercado e sem levar em conta a
resistência do brasileiro a cursos caros e feitos a distância.
A obra traz outros depoimentos, como o de Abilio Diniz, presidente e
principal acionista do grupo Pão de Açúcar. Ele rememora uma lição de
1990, quando o grupo registrou um prejuízo de 32 milhões de dólares e
foi obrigado a fechar 280 lojas e demitir 24 000 funcionários. "Numa
crise, é preciso segurar as despesas. Isso é o principal, senão você
morre. Depois disso, você tem de acreditar que é possível recuperar o
negócio." Apesar da extensa galeria, chama a atenção a ausência de
empreendedores contemporâneos co-nhecidos, como Samuel Klein, o fundador
da Casas Bahia, que já escreveu sua autobiografia, e João Alves de
Queiroz Filho, o Júnior, que, depois de construir e vender para uma
multinacional uma marca notória de alimentos -- Arisco -- , agora
constrói outra no setor de limpeza, a Assolan.
Curiosamente, nenhum dos empresários entrevistados na obra pelo
jornalista Rodrigo Vieira da Cunha discorre sobre os problemas do "país
incerto" mencionado no título. A publicação aborda de forma tímida
alguns dos aspectos mais espinhosos da vida empresarial no Brasil. Por
exemplo, há apenas cinco linhas sobre como lidar com propostas de
suborno e sobre o que fazer para não errar em planejamentos tributários
demasiadamente agressivos. Talvez esse seja um bom tema para uma próxima
publicação.
Sam Walton e Carlos Sicupira percorriam cidades brasileiras com potencial
para instalar unidades das Lojas Americanas. Olha como estão vendendo caro.Vamos
abrir aqui e vender barato. Walton usava a primeira pessoa do plural e
dizia vamos, apesar de nem ser sócio
A construção da Natura foi um processo de lapidação de personalidades.
Antônio Luiz da Cunha Seabra, 63 anos, Guilherme Peirão Leal, 55, e Pedro
Luiz Barreiros Passos, 53, chegaram a um estágio tão equilibrado de convivência
a ponto de os três dividirem a presidência da companhia, um fato quase inédito
entre as grandes empresas brasileiras
Você não é empreendedor, está empreendedor, diz Cosentino (Microsiga).
No dia em que você começa a dizer que é empreendedor, deixa de ter novas
idéias e de inovar. É preciso sempre reinventar o negócio
O Mandic Magic é um app gratuito para iOS que ajuda a descobrir a senha de redes Wi-Fi próximas ao usuário.
O
aplicativo, desenvolvido por brasileiros, não funciona de forma tão
mágica quanto aparenta: ele é, na verdade, uma espécie de “rede social”
de senhas.
Um usuário passa por uma cafeteria, por exemplo, e
pede a palavra-chave do Wi-Fi do local. Depois de se conectar com
sucesso, abre o Mandic Magic e utiliza o recurso de geolocalização do
aplicativo para fazer “check-in” no local, cadastrar a senha e
divulgá-la na rede social do app.
Dessa forma, quando outra
pessoa for ao local, pode simplesmente rodar o Mandic Magic, encontrar o
local na lista de estabelecimentos próximos e conferir a senha do
Wi-Fi. Com isso, não precisará perguntar para funcionários do local, por
exemplo.
Os estabelecimentos que o usuário mais visita podem até
ser salvos como "favoritos", sendo possível consultá-los mesmo quando o
smartphone estiver offline.
O Mandic Magic, por ser novo, ainda
não conta com a senha de muitos estabelecimentos. Além disso, pode não
deve funcionar tão bem longe de grandes centros, como São Paulo.
São Paulo - Cientistas da Universidade de Lausanne, na Suíça, marcaram com chips formigas de seis colônias. Foi assim que os pesquisadores descobriram a divisão de funções da espécie Camponotus fellah.
Cada colônia estudada tem mais de 100 espécimes. As formigas foram
colocadas em locais planos e toda a movimentação foi gravada por uma
câmera instalada em cima do recipiente.
Um computador era capaz de reconhecer a trajetória das formigas. Foram
mais de 41 dias de gravações, que geraram 2,4 bilhões de leituras e 9,4
milhões de interações entre as formigas.
Os pesquisadores analisaram o material e descobriram que as operárias
se dividem em três grupos sociais que desempenham funções diferentes na
mesma colônia.
Cerca de 40% dessas formigas trabalham como enfermeiras da rainha e dos
filhotes. Outros 30% são responsáveis pela limpeza da colônia. O
terceiro grupo, que corresponde a 30%, busca alimento.
As formigas responsáveis pela limpeza são as que mais se dispersam.
Esse grupo patrulha o local e interage com as outras classes.
As formigas também mudam de grupo conforme envelhecem. Isso porque as
jovens costumam limpar, enquanto as mais velhas cuidam da comida. Porém,
os cientistas ainda não sabem como acontece essa mudança de cargos.
Quando Ria Chhabra, uma estudante do ensino médio perto de Dallas,
nos EUA, ouviu seus pais discutindo sobre o valor do orgânico, ela se
inspirou em criar um projeto de feira de ciências para tentar resolver o
debate. Três anos depois, a pesquisa de Ria com moscas da fruta e
alimentos orgânicos não apenas levantou questões provocativas sobre os
benefícios do consumo de orgânicos, mas também lhe rendeu, aos 16 anos,
prêmios em competições nacionais de ciência, publicação em respeitado
periódico científico e privilégios em laboratório universitário
geralmente reservados a estudantes de graduação.
A pesquisa “Alimentos orgânicos são benéficos para a Drosophila melanogaster”
avaliou os efeitos das dietas orgânica e tradicional na saúde da mosca
da fruta. Em quase todas as medidas, incluindo fertilidade, estresse,
resistência e longevidade, as moscas alimentadas com bananas e batatas
orgânicas se saíram melhor do que as com dieta tradicional.
Enquanto
os resultados não podem ser diretamente relacionados aos humanos, a
pesquisa abre caminho para estudos adicionais sobre os benefícios dos
orgânicos à saúde. Modelos de moscas da fruta são frequentemente usados
em pesquisas porque seu tempo de vida curto permite aos cientistas
avaliar uma variedade de efeitos biológicos básicos ao longo de um
período relativamente curto, e isto dá pistas de um melhor entendimento
de doenças e processos biológicos em humanos.
Para seu projeto
original da feira de ciências, Ria avaliou a vitamina C do orgânico em
comparação com a comida convencional. Quando ela encontrou maiores
concentrações de vitamina no alimento orgânico, ela decidiu que queria
fazer mais experimentos e testar os efeitos na saúde como um todo.
Ela
mandou email para diversos professores que mantinham pesquisas em
laboratório pedindo assistência. Para sua surpresa, Johannes Bauer,
professor assistente da Universidade Metodista do Sul, em Dallas,
respondeu às suas perguntas.
- Estamos muito interessados em
experimentos com moca da fruta, e o projeto dela tinha total relação com
o que já estávamos fazendo - disse Bauer.
Embora geralmente não aceite trabalhar com estudantes do ensino médio, ele disse que Ria tinha nível de estudante de graduação:
- A seriedade com a qual ela nos abordou foi impressionante.
Ria
trabalhou no projeto durante o verão. O projeto ficou entre os 30
finalistas da prestigiosa feira de ciência nacional “2011 Broadcom
Masters” . O professor Bauer, seguindo a política de seu laboratório de
publicar todas as pesquisas, independentemente do resultado, pediu a
Ria, então com 14 anos, para fazer a publicação em uma revista
científica. Bauer e o pesquisador associado, Santharam Kolli, assinam
como coautores da pesquisa.
Agora estudante do segundo ano da
Clark High School, no Texas, Ria disse estar animada para o trabalho ser
aceito por um periódico científico.
- Eu não tinha ideia do que
significava publicar a minha pesquisa - disse Ria que na semana passada
fazia malabarismos com seus exames no ensino médio, uma competição de
natação e a festa de 16 anos. - Minha mãe que me disse: ‘isto é algo bem
grande’.
Ria continuou a trabalhar no laboratório de Bauer. Para
seu novo trabalho de ciências, ela criou modelos para estudar a diabetes
tipo 2 na mosca da fruta. A pesquisa será apresentada em algumas
semanas. Ela planeja estudar os efeitos de remédios alternativos, como
canela e curcumina, encontrada no açafrão.
Quem pensa que o Sistema Solar é interessante por ter um planeta
habitável vai pirar com o que há ao redor da estrela Kepler-62. Lá, nada
menos que dois mundos --possivelmente rochosos-- ocupam órbitas na
região mais favorável ao surgimento da vida.
É a conclusão eletrizante a que chega um estudo produzido pela equipe do
satélite Kepler, caçador de planetas da Nasa, e recém-publicado na
revista científica americana "Science".
Os pesquisadores liderados por William Borucki identificaram um total de
cinco planetas girando ao redor da estrela, uma anã laranja com 63% do
diâmetro do Sol.
Todos eles são relativamente nanicos --quatro entram na categoria das
superterras (com diâmetro até duas vezes o terrestre) e um é do tamanho
de Marte, ou seja, menor que a Terra.
Os três mais internos são quentes demais para abrigar vida. Já os dois
mais externos, Kepler-62e e Kepler-62f, têm suas órbitas na chamada zona
habitável do sistema --região em que, numa atmosfera similar à da
Terra, um planeta pode abrigar água líquida em sua superfície.
APARÊNCIAS ENGANAM
A questão é: esses planetas são parecidos com a Terra? Constatar isso é
um dos maiores desafios da astronomia, uma vez que as superterras não
têm equivalente no Sistema Solar.
Por aqui, há, nas órbitas mais distantes, planetas gigantes gasosos
(Júpiter, Saturno, Urano, Netuno), e nas mais próximas do Sol os
pequeninos mundos rochosos (Mercúrio, Vênus, Terra e Marte), dos quais o
nosso planeta é o maior deles.
As superterras, em termos de tamanho, estão no meio do caminho entre
essas duas categorias. Mas ninguém sabe com certeza se elas são rochosos
grandalhões ou gasosos murchos.
E isso tende a fazer toda a diferença do mundo para a busca por vida.
Uma forma de resolver a questão é determinar, ao mesmo tempo, o diâmetro
do planeta e sua massa. Assim, dividindo a massa pelo volume, obtemos a
densidade. Com ela, dá para saber se o planeta é rochoso ou gasoso.
A técnica usada pelo satélite Kepler para detectar planetas (medir
pequenas reduções de brilho nas estrelas conforme os mundos ao seu redor
passam à frente dela, como minieclipses) é boa para medir o diâmetro.
Contudo, para estimar a massa com segurança, a melhor técnica é a usada
pelos observatórios em terra, que mede o "bamboleio" gravitacional da
estrela conforme os planetas giram ao seu redor.
Infelizmente, no caso do Kepler-62, os planetas são pequenos demais e a
estrela é muito ativa para permitir o uso dessa estratégia para
confirmar a massa desses mundos com o nível de precisão dos instrumentos
atuais.
CASOS SIMILARES
Embora a composição desses mundos ainda seja desconhecida, os
pesquisadores citam outros planetas com diâmetro similar que tiveram sua
densidade medida (três casos no total) para argumentar que Kepler-62e e
Kepler-62f provavelmente sejam rochosos como a Terra.
Uma modelagem em computador feita por um outro grupo liderado por Lisa
Kaltenegger, do Centro Harvard-Smithsonian para Astrofísica, nos EUA,
sugere que os dois planetas devem ter oceanos globais cobrindo
totalmente sua superfície --planetas-água, por assim dizer. Mas isso
pressupõe que os cientistas acertaram as quantidades dos ingredientes
usados para formar os planetas, o que não é de modo algum certo.
Pelo menos, esses dois mundos não têm um problema que outros planetas
detectados na zona habitável de suas estrelas possuem: o "travamento
gravitacional".
Reuters
Concepção artística compara o tamanho
dos exoplanetas, Kepler-22b, Kepler-69c, Kepler-62e, Kepler 62f,
respectivamente, com a Terra. A descoberta dos dois últimos foi
anunciada nesta quinta.
Esse fenômeno acontece quando a mesma face do planeta fica o tempo todo
voltada para a estrela.
Mais comumente observado no sistema Terra-Lua,
em que o satélite exibe sempre a mesma face para o planeta, casos como
esse se apresentam naqueles mundos que orbitam muito próximos do astro
principal. Mas não é o caso aqui.
"Exceto pelo planeta mais interno --Kepler-62b--, todos os planetas têm
períodos orbitais tão grandes que é extremamente improvável que eles
estejam travados", disse à Folha Borucki, antes de apresentar os
resultados em uma entrevista coletiva organizada pela Nasa nesta quinta.
Em suma, esses dois mundos sobem direto para o topo da lista de
potenciais planetas com vida, embora rigorosamente nada se possa dizer a
esse respeito, exceto que, em teoria, eles podem abrigar água líquida
na superfície.
Por isso, apesar do entusiasmo, os cientistas são muito cautelosos no
parágrafo final de seu artigo científico: "Não sabemos se Kepler-62e e
-62f têm uma composição rochosa, uma atmosfera ou água. Até que
consigamos detectar espectros adequados de suas atmosferas não poderemos
determinar se eles são de fato habitáveis."
Ainda assim, é impossível não se empolgar com a possibilidade.
O Google começou a entregar os primeiros Google Glass, do lote apelidado "edição Explorador" (Explorer, em inglês), na terça-feira, mas os poucos que receberam o acessório tiveram de se comprometer com regras estritas de uso, que incluem proibição de revenda e empréstimo. Segundo o Mashable, os Termos de Compra permitem que o óculos inteligente do gigante das buscas seja dado de presente.
"Você não pode revender, alugar, transferir ou dar o Dispositivo a outra pessoa. Se você revender, alugar, transferir ou dar o seu dispositivo a qualquer outra pessoa sem a autorização do Google, o Google se reserva ao direito de desativar o Dispositivo, e nem você nem a pessoa não autorizada usando o Dispositivo terão direito a nenhum reembolso, suporte ao produto ou garantia", diz o termo.
Foto: Reuters
Em fevereiro, um Google Glass apareceu à venda no eBay por US$ 1,5 mil - preço oficial do óculos inteligente -, e logo depois subiu para US$ 16 mil. Mas o item foi removido da lista pelo eBay por violar a "política de comercialização de (produtos em) pré-venda".
O contrato também permite que o comprador devolva o Google Glass, caso não queira ficar com o produto, em até 30 dias a partir da entrega. O gigante das buscas pede que, nesse caso, o retorno inclua as embalagens e os acessórios originais, e que o produto esteja em condições "razoáveis".
O Google ainda avisa que vai dar "suporte inicial" às encomendas já feitas, a devoluções, a dispositivos com defeito e a problemas técnicos em geral.
A Samsung anunciou nesta terça-feira (16) o lançamento do Série 5 ULTRA Touch, primeiro ultrabook touchscreen lançado pela empresa no Brasil. Equipado com Windows 8, o computador é o mais fino e leve da categoria.
O ultrabook conta com espaço de armazenamento de até 500 GB, processador Intel Core 5 e 4 GB de memória RAM. Em termos de bateria, o novo modelo da Samsung possui até 7 horas de autonomia com uma carga.
Além disso, o Série 5 ULTRA Touch é o ultrabook mais fino e leve da categoria, com 1,9 centímetros de espessura e 1,69 Kg. O acabamento da parte externa é feito em alumínio metálico escovado e fibra de vidro, para garantir rigidez e proteger o computador de impactos.
O Série 5 ULTRA Touch pesa 1,69 Kg e tem acabamento em alumínio escovado (Foto: Samsung/Divulgação)
A tela LCD do ultrabook possui 13,3 polegadas e tecnologias SuperBright e Image Enhancer, que proporcionam 40% de ganho em brilho sem cansar a vista.
O Série 5 ULTRA Touch estará disponível nas lojas a partir da segunda quinzena de Abril, com preço sugerido de R$ 2.999.
Atenção você que faz pagamentos pela internet com boletos ou imprimi
uma segunda via de vez em quando. Um novo vírus ativo na rede online
nacional foi descoberto pelo site de segurança digital, Linha Defensiva,
nesta segunda-feira. O vírus brasileiro altera boletos de pagamentos
online transfere os pagamentos para uma conta específica.
Segundo o site de segurança que detectou o vírus, a praga virtual
está ativa há três semanas no país. Não só altera o documento de débito,
como é capaz de identificar quando um boleto de pagamento é acessado na
rede online.
Assim que o usuário visualiza o boleto na web, o vírus modifica a
chamada ‘linha digitável’ ou o código de barras, como é mais conhecido.
Quando o usuário efetua o pagamento do boleto com o código de barra
modificado o dinheiro vai diretamente para a conta do vírus.
É preciso ficar atento à ameaça do vírus, mesmo para os brasileiros
que não costumam pagar contas direto no débito online. A impressão de
qualquer boleto de pagamento pode ter o código de barras alterado pela
praga virtual. Uma vez que o código foi alterado, o pagamento feito fora
do mundo virtual também cai na conta errada.
Como se proteger
A dificuldade em identificar o vírus está no fato dele não alterar a
data de vencimento, nem o valor do pagamento. O site Linha Defensiva,
porém, chama a atenção dos internautas brasileiros para alguns aspectos
que possibilitam a identificação do vírus. Entre eles o usuário pode
observar o código de barras, o vírus deixa um pequeno espaço em branco
no meio do código.
Outro fator importante para se defender do vírus é atentar para a
logomarcas bancárias do boleto, os números do código de identificação da
logo do banco não estão certos. O site Linha Defensiva informa que os
boletos relacionados a energia elétrica ou telefone não são alterados
pelo vírus.
Atenção você que faz pagamentos pela internet com boletos ou imprimi
uma segunda via de vez em quando. Um novo vírus ativo na rede online
nacional foi descoberto pelo site de segurança digital, Linha Defensiva,
nesta segunda-feira. O vírus brasileiro altera boletos de pagamentos
online transfere os pagamentos para uma conta específica.
Segundo o site de segurança que detectou o vírus, a praga virtual
está ativa há três semanas no país. Não só altera o documento de débito,
como é capaz de identificar quando um boleto de pagamento é acessado na
rede online.
Assim que o usuário visualiza o boleto na web, o vírus modifica a
chamada ‘linha digitável’ ou o código de barras, como é mais conhecido.
Quando o usuário efetua o pagamento do boleto com o código de barra
modificado o dinheiro vai diretamente para a conta do vírus.
É preciso ficar atento à ameaça do vírus, mesmo para os brasileiros
que não costumam pagar contas direto no débito online. A impressão de
qualquer boleto de pagamento pode ter o código de barras alterado pela
praga virtual. Uma vez que o código foi alterado, o pagamento feito fora
do mundo virtual também cai na conta errada.
Como se proteger
A dificuldade em identificar o vírus está no fato dele não alterar a
data de vencimento, nem o valor do pagamento. O site Linha Defensiva,
porém, chama a atenção dos internautas brasileiros para alguns aspectos
que possibilitam a identificação do vírus. Entre eles o usuário pode
observar o código de barras, o vírus deixa um pequeno espaço em branco
no meio do código.
Outro fator importante para se defender do vírus é atentar para a
logomarcas bancárias do boleto, os números do código de identificação da
logo do banco não estão certos. O site Linha Defensiva informa que os
boletos relacionados a energia elétrica ou telefone não são alterados
pelo vírus.
SÃO PAULO – O Google Glass já está saindo da linha de produção e deve
começar a ser entregue aos primeiros compradores. Pelo menos, é o que
indica o e-mail enviado pelo Google para os consumidores.
O jornalista do site AnandTech, Brian Klug, escreveu a novidade no seu Twitter (“Google Glass está finalmente sendo despachado”) e incluiu um link para o e-mail recebido. Além disso, a empresa já divulgou as especificações do dispositivo.
O Google não informou exatamente quando o Glass Explorer Edition,
maneira que a empresa chama os primeiros modelos do dispositivo, irá
chegar aos compradores, mas avisa que o gadget já está pronto para ser
entregue. Especificações Na última segunda-feira (15), a empresa divulgou
as especificações técnicas do Google Glass. O aparelho terá um display
de alta resolução, equivalente a uma tela de 25 polegadas a partir de 8
metros de distância, câmera com 5 megapixels, conectividade com Wi-Fi e
Bluetooth e 12GB de armazenamento.
O dispositivo é compatível com qualquer smartphone que tenha
Bluetooth. Para utilizar aplicativos, é necessário o sistema operacional
Android 4.0.3 (Ice Cream Sandwich) e ainda suporta GPS e SMS.
Galera
olha só que legal que eu descobri. e vou repassar essa ideia...
Há 57 anos o primeiro gravador de fita cassete surgiu e o YouTube
não poderia deixar de fazer uma pequena homenagem. O site de vídeos do
Google inseriu um botão com a opção de “VHS” em determinados clipes. Ao
selecioná-lo o conteúdo ganha um efeito visual “nostálgico” muito
similar às antigas fitas VHS.
Em uma publicação, a empresa explicou um pouco mais sobre o recurso:
“Em vídeos selecionados, você encontrará um botão VHS no canto inferior
direito do player, basta clicar para voltar no tempo e apreciar o
movimento difuso e estático da era do VHS”. O ícone ficará visível
durante todo o dia, horário do Pacífico.
Não há nenhuma lista oficial com os conteúdos que serão compatíveis com
o botão VHS. Mas a opção parece estar disponível em grande parte dos
vídeos do canal oficial do YouTube.
O novo efeito comemorativo pode ser conferido em alguns vídeos, mas apenas no site.
A Microsoft trabalha na criação de um relógio inteligente, segundo informações do jornal norte-americano Wall Street Journal. A publicação cita como fontes executivos das fornecedoras da empresa, que não quiseram se identificar.
De acordo com a reportagem, a Microsoft teria pedido aos
seus parceiros para enviar componentes que seriam usados em um possível
aparelho no estilo de um relógio utilizável.
Com isso, a fabricante do Windows parece estar seguindo o
caminho das rivais Apple e Samsung, que também estariam trabalha nesse
novo segmento de aparelhos. Enquanto a Samsung já confirmou
o desenvolvimento de um produto nesse sentido, diversos rumores
publicados recentemente apontam que a empresa de Cupertino prepara um
lançamento que vem sendo chamado de “iWatch” pela imprensa.
Financiado por meio do site Kickstarter, o relógio
inteligente Pebble foi um sucesso de vendas. O aparelho permite a
sincronização via wireless com smartphone e avisa ao usuário quando ele
recebe ligações e e-mails, por exemplo.
A consultoria Gartner prevê que o mercado de eletrônicos
utilizáveis, como o relógio inteligente, movimentará cerca de 10 bilhões
de dólares em 2016.
Vale lembrar que a Microsoft lançou um aparelho chamado
Smart Watch (relógio inteligente, em tradução livre) em 2003. O produto
permitia que os usuários recebessem notícias, resultados de partidas e
mensagens diretamente nos seus relógios. No entanto, o gadget não vingou
e as vendas pararam em 2008.
Procurada pela reportagem do WSJ, a Microsoft não quis comentar o assunto.
Um rim "criado" em laboratório já está em funcionamento em animais.
Quem recebeu o órgão transplantado foi um rato, que, segundo cientistas
norte-americanos, já começou a produzir urina. A técnica, desenvolvida
pelo Hospital Geral de Massachusetts, ainda resulta em rins menos
eficazes do que os naturais, mas os pesquisadores de medicina
regenerativa acreditam que ela representa uma grande promessa, de acordo
com matéria publicada na BBC Brasil. O rim é considerado um dos órgãos
mais complicados de ser "criado".
Para desenvolver o órgão, cientistas americanos usaram um rim velho,
retiraram todas as suas células antigas e deixaram apenas uma espécie de
esqueleto, uma estrutura básica, usada como uma espécie de armação. O
rim então é reconstruído com células retiradas do próprio paciente.
O uso da técnica faz os cientistas acreditarem em duas grandes
vantagens sobre os transplantes de rim habituais. Por ele ser formado
com células do paciente, não é necessário o uso de drogas antirrejeição.
Além disso, seria possível aumentar consideravelmente o número de
órgãos disponíveis para transplante.
Mas a técnica ainda é um experimento. Segundo a publicação, ainda serão
necessárias várias pesquisas antes que o procedimento fosse aprovado
para uso em humanos.
Os rins são responsáveis por filtrar o sangue do corpo para remover
resíduos e excesso de água. Eles também são o órgão com o maior número
de pacientes na fila de espera de transplantes.
Um novo robô criado pela empresa americana TiaLinx "enxerga" através
das paredes de concreto e pode até identificar a respiração de pessoas.
Funcionando por freqüência de rádio, o Cougar20-H faz parte do programa Sense Trough the Wall (STTW), explica o site da CNET,
um plano do governo dos Estados Unidos para o desenvolvimento de
tecnologias para sensoriamento de locais isolados por de difícil
penetração.
O Cougar20-H é controlado por um computador que pode estar a mais de
100m de distância e é capaz de identificar pessoas escondidas atrás de
paredes, estejam elas paradas ou em movimento. Além disso, o robô é
capaz de procurar por "padrões de biorritmo", assim como a respiração
humana.
O robô deve chegar ao mercado no próximo mês e deve ser utilizado
pelo Departamento de Defesa e de Segurança Nacional, além de outras
instituições, como o Corpo de Bombeiros, já que o Cougar20-H vem
equipado com câmeras para ambientes escuros e de difícil acesso, como
túneis e prédios em chamas.
O Google anunciou na quinta-feira uma gama de ferramentas para controlar
os serviços do gigante de buscas após a morte. O Gerenciador de Contas
Inativas (Innactive Account Manager, em inglês) permite que o usuário
diga quais dados devem ser deletados ou enviados para entes queridos
depois de um determinado período sem uso. As informações são da Wired.
"Poucos de nós gostam de pensar na morte - em especial a
nossa própria. Mas fazer planos para o que acontece depois que você se
for e muito importante para as pessoas que você deixa para trás",
explica o Google no post de blog que anuncia as ferramentas. O texto -
que admite que o recurso não ganhou "um ótimo nome" - acrescenta que a
ideia do gerenciador é permitir que o usuário "planeje a vida digital
após a morte - de uma forma que proteja sua privacidade e segurança".
Google avisa por SMS e e-mail um mês antes de a conta ser considerada inativa
Foto: Reprodução
É o dono da conta quem decide qual o período de
inatividade - com opções de três, seis, nove ou 12 meses. Um mês antes
de o tempo terminar, o usuário recebe um aviso do Google, por e-mail ou
SMS, de que as ações pré-definidas serão tomadas.
As ferramentas permitem gerenciar os dados do Gmail,
Blogger, Google+, Picasa, YouTube e Google Voice, além da agenda de
contatos. É possível escolher "contatos confiáveis" para receber dados e
fotos dos serviços - mas as senhas não são passadas adiante.
Usuário pode escolher \"contatos confiáveis\" com quem compartilhar informações após a morte
Foto: Reprodução
Para acessar os dados, esses contatos recebem um código
de verificação, enviado via SMS para o número fornecido pelo dono da
conta. Na configuração do envio, também é possível deixar escrito o
texto do e-mail que será enviado à pessoa "confiável" sobre os dados que
ela está recebendo.
O usuário também pode optar por deletar os dados
permanentemente - o que só que acontece depois de as outras
configurações, como envio aos contatos confiáveis, terem sido executadas
-, o que inclui informações públicas, como comentários em blogs e
vídeos do YouTube. Independente das opções, um recurso permite deixar
uma "resposta automática" para o e-mail do usuário.
E se houver alguma questão familiar e alguém quiser acesso a esses dados? Ao TechCrunch,
um porta-voz do Google esclarece que "em caso de conflitos, serão
honradas as escolhas feitas pelo Gerenciador de Contas Inativas até onde
a lei permitir".
Silas Scalioni - Estado de Minas Publicação:13/04/2013 06:00Atualização:13/04/2013 07:03
Na quarta-feira, ao chegar para trabalhar, o fisioterapeuta Marcelo
Sarmento se deparou com um sério problema: os computadores da clínica
não estavam funcionando. Com isso, várias guias de autorização dos
planos de saúde não puderam ser emitidas. “Só quando os computadores
voltarem a funcionar é que vamos enviar essas guias. Já há um atraso e,
dependendo do tempo que demorarmos para colocá-los em operação, vamos
receber dos convênios só daqui a dois meses”, afirma o fisioterapeuta.
O
problema ocorrido na clínica onde Fernando trabalha atingiu também
milhares de outros brasileiros, de todos os cantos, e o motivo foi só
um: terça-feira à noite, a Microsoft disponibilizou uma atualização do
sistema operacional Windows 7 e, ao fazê-la (a maior parte delas de
forma automática), uma grande dor de cabeça também se instalou, uma vez
que a implantação do update fez com que o computador não pudesse ser
novamente iniciado. A falha só atingiu aos que têm em suas maquinas a
versão de 32 bits do sistema, e se originou quando a pessoa fez a
instalação da atualização definida pela Microsoft como KB2823324.
De
imediato, a gigante dos softwares não anunciou qualquer pacote de
correção do bug, cuja falha afetou a vida e o trabalho de milhares de
usuários – fato que deveria forçar a empresa a criar ações rápidas e
efetivas. Apenas afirmou em nota que o problema estava restrito ao
Brasil e que já estava trabalhando para solucioná-lo, pedindo desculpas
pelo transtorno.
Para evitar isso, recomenda-se que seja
desativada do computador a função atualização automática do Windows 7,
embora, de acordo com Rogério Pereira, diretor de operações da Sr.
Computador (uma das maiores empresa brasileiras especializada em
computadores, com sede em São José dos Campos - SP e filial em Belo
Horizonte), contar com atualização automática é sempre recomendado, pois
elas conseguem detectar possíveis vulnerabilidades no Windows.
Ele
explica que, além do problema da atualização KB2823324, que apresentou
inconsistência com alguns arquivos Windows ocasionando a falha, já se
detectou também que um programa de segurança bancária adotado pelas
instituições financeiras apresentou conflito com o sistema, fato que se
tornou claro no momento dessa atualização. “É importante frisar que essa
falha não comprometeu dados ou outros recursos da máquina, apenas a sua
inicialização. Se isso ocorreu com alguém, é porque o seu computador já
apresentava outros problemas, que apenas se agravaram”, afirma.
SEM
FORMATAÇÃO Em sua página oficial na internet, a Microsoft explica que
“em 10 de abril de 2013 tomamos conhecimento que alguns usuários
enfrentaram dificuldades após aplicarem o update de segurança Windows 7
KB2823324.” O site da empresa mostra também o que fazer para restaurar o
sistema. Ontem a empresa tirou do ar a atualização problemática que
apresentava incompatibilidade com softwares de terceiros.
Cientistas disseram nesta quarta-feira (3) que podem ter identificado
sinais de matéria escura no espaço, substância misteriosa que não
interage com a luz e que pode formar mais de um quarto do universo, mas
cuja constituição não é efetivamente conhecida. O anúncio foi feito em
um seminário no Centro Europeu de Pesquisas Nucleares (Cern), localizado
em Genebra, na Suíça.
A equipe de pesquisadores ressaltou ter registrado o que parecem ser
traços físicos da matéria escura, com um nível de detalhe inédito, ao
estudar radiação de pósitrons (o equivalente a um elétron, mas carregado
positivamente) identificados na Estação Espacial Internacional (ISS, na
sigla em inglês) nos últimos 18 meses.
O experimento que pode dar as primeiras evidências da matéria escura
foi realizado com a ajuda do Espectrômetro Alfa Magnético (AMS, na sigla
em inglês) a bordo da estação espacial. O equipamento, um grande
detector de partículas apelidado de "LHC espacial" pelos cientistas do
Cern, têm procurado evidências indiretas da substância misteriosa e
custou US$ 2 bilhões.
O AMS identificou uma quantidade razoável de pósitrons (partículas
semelhantes a elétrons, mas com carga positiva) que podem ter surgido do
decaimento da matéria escura, dizem os pesquisadores. Os dados podem
nos prover uma descoberta muito empolgante no futuro", disse Michael
Salamon, gerente do programa científico da AMS no Departamento de
Energia dos EUA, em entrevista coletiva na tarde desta quarta, em
Wahsington.
"Nos próximos meses, o AMS vai poder nos dizer de forma conclusiva se
estes pósitrons são um sinal da matéria escura ou se têm outra origem",
afirmou Samuel Ting, diretor do projeto que construiu o detector de
partículas, durante o seminário.
Por não interagir com a luz, a matéria escura é invisível. Sua
existência se supõe pela força gravitacional que aparentemente exerce em
planetas e estrelas.
Para Roberto Batiston, professor de física da Universidade de Perugia e
porta-voz do projeto AMS, uma descrição precisa da substância
misteriosa precisa de mais tempo para ser feita. "Pode levar alguns
anos", disse ele, em entrevista à britânica BBC.
Para a física Pauline Gagnon, que trabalha num experimento do Cern para
a detecção de "matéria escura", a precisão do AMS pode fazer com que
"seja possível fazer uma primeira identificação da substância em breve",
disse ela à Reuters. "Seria incrível, algo como descobrir um continente
completamente novo", afirmou.
A descoberta de elementos que venham a formar a "matéria escura" pode
abrir novas áreas de pesquisa, incluindo a hipótese de estudar novas
dimensões e outros universos, afirmaram físicos entrevistados pela
agência Reuters.
O Dia da Mentira morreu. Ou melhor, deixou de ser uma brincadeira
inocente entre pessoas comuns para se tornar um colosso corporativo
controlado por executivos de marketing.
Empresas do mundo todo --incluindo Google, BMW e Sony-- adotaram a
tradição de pregar peças nos incautos no 1º de abril, como forma de
mostrarem seus lados mais descontraídos e conseguirem alguma publicidade
gratuita.
O Google, que já faz isso há uma década, brincou com sua própria
onipresença: lançou um arquivo de aromas, fingiu que iria desativar o
YouTube, transformou o Google Maps em um velho pergaminho, com jeito de
caça ao tesouro, e apresentou o Gmail Blue, nova versão do seu serviço
de emails que tem como grande novidade... ser azul.
No Japão, a empresa de telecomunicações KDDI lançou um celular que é
na verdade uma cama -- para poupar o usuário de ter de se levantar. E a
Sony soltou os cachorros, literalmente, ao apresentar uma TV que só
exibe imagens em cores que agradam aos cães, e com um controle remoto
adaptado ao uso por patas.
No Twitter --ou melhor, "Twttr"--, um blog disse que os usuários que desejarem usar vogais precisarão pagar 5 dólares por mês.
A Procter and Gamble lançou uma versão do seu enxaguatório bucal Scope no sabor "bacon".
A montadora alemã BMW ofereceu aos leitores da Grã-Bretanha --onde há
grande agitação com a iminente chegada de um novo bebê real-- o veículo
chamado Pram (sigla em inglês para "automóvel real pós-natal"). O
anúncio tinha um carrinho de bebê em estilo esportivo, e um cão da raça
corgis (favorito da realeza) em frente ao palácio de Windsor.
SÁTIRA
No âmbito mais tradicional das falsas notícias do Dia da Mentira, o
Yahoo francês colocou em sua manchete o anúncio de que, por razões de
economia, o presidente François Hollande iria transferir seu gabinete do
palácio do Eliseu para um dos subúrbios mais pobres de Paris.
O site Iceland Review Online noticiou que o Banco Central da Islândia
havia resolvido o problema de como valorizar a krona, moeda local, que
sofreu muito durante a crise financeira -- a reportagem satírica
informava que a ilha escandinava adotaria como moeda o franco CFA, que
circula em vários países africanos.
Na Grã-Bretanha, o Guardian ofereceu ao seus leitores esquerdistas
óculos de "realidade aumentada" que permitem "ver o mundo o tempo todo
pelos olhos do Guardian".
O Daily Mail publicou um texto assinado por "Nesta Vowles" sobre o
treinamento de corujas para a entrega de correspondências internas em um
escritório -- o nome do jornalista soa como "ninho de corujas".
O Sun publicou uma foto de Mick Jagger em uma barraca, dizendo que o
milionário vocalista dos Rolling Stones teria passado a Páscoa ao ar
livre num treino para o festival de rock de Glastonbury.
Mas poucos jornais podem superar o Times Daily, de Florence (Alabama,
EUA), que destacou na sua capa de segunda-feira a foto de uma ponte
local sofrendo um ataque simultâneo do Monstro do Lago Ness, de um óvni e
do Godzilla. "Não há motivo para pânico", avisou o jornal. "Nenhum
tomate assassino foi visto nos arredores."